Anitta celebra a herança afro-indígena da música brasileira no álbum ‘EQUILIBRIVM’
Capa do álbum EQUILIBRIVM Foto: Divulgação Há algo profundo em EQUILIBRIVM, novo álbum da Anitta. Não é apenas um conceito abstrato de “equilíbrio” como o título possa sugerir. É um gesto calculado de reposicionamento. Depois de anos focando no mercado global, a cantora retorna ao Brasil não porque desistiu de trabalhar sua carreira internacional, mas como estratégia. Ela percebe que, para se tornar um ícone global, ainda mais em um momento em que a “estética brasileira” se encontra em alta no exterior, é preciso primeiro ser extremamente local e mostrar ainda mais da história do seu povo e da sua cultura, cultura esta que veio antes do imaginário gringo sobre a música brasileira, que é baseado principalmente na bossa nova e no samba, mas sem ter conhecimento de que o samba nasceu a partir de tradições trazidas por africanos escravizados, principalmente de regiões como Angola e Congo. Foto: Divulgação E nesse sentido, EQUILIBRIVM não é só um álbum, é quase um manifesto....





